Quase não existe diferença visível entre o atleta vencedor e o que chega por último.
Ambos possuem o mesmo número de músculos para trabalhar.
Ambos jogam com as mesmas regras e usam equipamentos semelhantes.
Porém, o vencedor é o que tem a determinação de vencer. O vencedor é aquele que faz o que é preciso, treina dia após dia, esforça-se um pouco mais a cada treino, é capaz de visualizar sua passagem pela linha final à frente do resto.
Tanto o vendedor melhor pago quanto aquele que raramente realiza uma venda possuem os mesmos talentos e recursos. A diferença está no que eles fazem com o que têm.
Tanto o escritor que mais vende quanto o que nunca publicou nada possuem o mesmo dicionário cheio de palavras para trabalhar. A diferença está no que eles fazem com o que têm.
Você já possui a matéria-prima para o sucesso e a realização.
Você possui o necessário para atingir a grandiosidade em tudo que você quiser. Você tem dentro de si o potencial para conquistas extraordinárias.
Ninguém é mais nem menos equipado para o sucesso do que você.
Mas é você quem deve fazê-lo acontecer, e é quem tem que assumir o compromisso e fazer o que for necessário para atingir a grandiosidade de que é capaz.
Você tem o que é preciso.
Faça acontecer.
Lu Guedes 2010
Difícil fotografar o silêncio.
ResponderExcluirEntretanto tentei. Eu conto:
Madrugada a minha vida estava vazia.
Não se ouvia um barulho, ninguém passava pela rua.
Eu estava saindo de uma festa.
Eram quase quatro da manhã.
Ia o silêncio pela rua carregando um bêbado.
Preparei minha máquina.
O silêncio era um carregador!
Estava carregando o bêbado.
Fotografei esse carregador.
Tive outras visões naquela madrugada.
Preparei minha máquina de novo.
Tinha um perfume de jasmim no beiral de um sobrado.
Fotografei o perfume.
Vi uma lesma pregada na existência mais do que na pedra.
Fotografei a existência dela.
Vi ainda um azul-perdão no olho de um mendigo.
Fotografei o perdão.
Olhei uma paisagem velha a desabar sobre uma casa.
Fotografei o sobre.
Foi difícil fotografar o sobre...
Por fim eu enxerguei a Nuvem de calça.
Representou para mim que ela andava pela rua de braços com Maiakovski, seu criador.
Fotografei a Nuvem de calça e o poeta.
Nem um outro poeta no mundo faria uma roupa mais justa para cobrir sua noiva.
Ufa!!!
A foto saiu legal.
Sabado 16 de abril de 2011
Assin. Lu Guedes
... Dia dificil... tds torcem contra, e vc se vai... noite afora... cerveja quente, pessoas idecisas, gente que está ao seu lado só pra te fuder e atrasar os seus planos...
ResponderExcluirA única saída é, fotografar o silêncio... Putz cara!!! Eu consegui...